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A HISTÓRIA DE DORACY PATRIOTA; A GUARDA QUE TEVE O TELEFONE CLONADO

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  Doracy Patriota é uma daquelas guardas  Que as pessoas se apegam por ser bacana;  E trabalhou cinco anos em São Paulo  No CPP do Butantã e na Feminina de Santana.  Antes de seu nome cantar na LPT  Doracy nem pode ver como o tempo passou;  E viajando entre Garça e a capital ela fala  Que comeu o pão que o diabo amassou.  Após viver problemas graves de saúde  Que a deixou por um período de tempo afastada;  Doracy Patriota voltou a trabalhar  Totalmente recuperada.  Em Álvaro de Carvalho ela é mulher aguerrida  E não deixa vencer-se pelo cansaço;  Na sub portaria ela escreve os livros  Revista os porta malas e fecha o portão no braço.  Acontece que num desses dias atrás  Os guardas que trabalham ali;  Foram pegos de surpresa por mensagens  Enviadas pela Doracy. Nas mensagens ela dava uma boa tarde  E perguntava se a pessoa estava ocupada;  E assim que a pessoa respondia  Ela...

O POETA QUASE APANHOU DAS MULHERES

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O TRISAL VIII E A TESTUDA DE TREMEMBÉ

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Passados alguns meses e até alguns dias De as pessoas entrando e saindo mudas; O assunto que ainda é notícia na Corevale É o concurso que desqualificou a testuda. Muitos nem sabem nem de onde ela veio Muito menos de onde ela é; O que se sabe é ela é conhecida Como a testuda de Tremembé. Ela inventou de concorrer a uma promoção Nesse negócio de núcleo de RH; Levou pau, passou a maior vergonha  E pediu pra ninguém comentar. Como em cadeia nada fica escondido E a turma adora uma fofocaiada; O assunto do momento é que ela Provou que não tem capacidade pra nada. A conversa que corre em Taubaté Pela boca de quase uma centena; É, que ela tem a testa grande Mas tem a cabeça pequena. As pessoas falam que ela passaria na prova E seria até promovida também; Se tivesse uma inteligência Do tamanho da testa que ela tem. Entretanto ultimamente a fama dela É de ser impiedosa e arbitrária; Falar alto, faltar com urbanidade E meter o dedo na cara das funcionárias. Ameaçar as pessoas com demissão Fic...

POETA VISITANDO OS AMIGOS PELO INTERIOR

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A P2 DE VENCESLAU; A CADEIA DO CHEFÃO QUE AJUDA OS AMIGOS

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Durante muito tempo em São Paulo, o povo  Alimentou uma percepção imaginária;  De que a tranquila cidade de Venceslau  Remetia apenas à ideia de penitenciária.  O fato de a cidade estar sempre na mídia  Falando de criminosos de noite e de dia;  Fazia as pessoas ficarem com medo  Até de passar pela rodovia.  A P2 de Venceslau dentro desse espectro  Passou a ser o calcanhar de Aquiles do Estado;  E por muito tempo a morada sombria  Dos chefões do crime organizado.  No entanto, com o bonde dos chefões do crime  Pra outro Estado e outra prisão;  A Penitenciária Dois de Venceslau  Agora tem um outro chefão. Um homem fugaz que comanda a equipe com arbítrio  E não tolera ninguém divergir;  E não tem quem ousa contestar uma ordem  Que ele manda cumprir.  O que se fala na P2, é que no corpo da guarda  Ele vinha fazendo uma gestão comedida;  Mas de uns dias pra cá vem tratando os policiais...

Mais DEJEP, menos VIDA

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A CIDADE DE GUARDOLÂNDIA

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  Há muitos e muitos anos atrás E bem mais distante que daqui na Tailândia; Existia uma cidade Que se chamava Guardolândia. Em Guardolândia os homens eram submissos, As mulheres ausentes de castidade; E os políticos tinham vergonha De governar aquela cidade. Reza a lenda que a população de Guardolândia Indignada e enfadonha; Decidiu eleger um governador Que não tivesse vergonha. Não tivesse vergonha de suas promessas, Nem vergonha do que falara; Não tivesse vergonha de onde viera E sem vergonha na cara. Eleito, o governador começou a trabalhar De uma forma um tanto bisonha; E pra auxiliá-lo nomeou um secretário Que também era um sem-vergonha. O secretário era um fanfarrão E tinha entretanto um semblante amargo; E justamente por ser sem-vergonha Conseguia manter-se no cargo.  O cargo era de confiança E de uma seriedade medonha; Mas ninguém ficava na secretaria Se não fosse um tremendo de um sem-vergonha. Porém com o passar de quatro anos Viu-se que quase nada mudou; As coisas f...