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Se calarem um de nós, quem falará por todos?

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Esta moção de apoio não é apenas sobre um homem, um poeta ou um colega de profissão. É sobre o direito de todo policial penal falar da realidade que vive sem ser perseguido, punido ou silenciado. Wiltinho Poeta transformou em versos aquilo que muitos de nós conhecem na prática: a falta de estrutura, o abandono institucional e a dureza do sistema prisional. Hoje, por denunciar essa realidade por meio da arte, ele enfrenta retaliações. Este espaço está aberto para que a classe se manifeste. Seu comentário pode ser anônimo. Seu apoio pode ser simples. Mas seu silêncio fortalece quem tenta calar. Observação: comentários podem ser feitos de forma anônima. Pedimos apenas respeito, responsabilidade e foco na defesa da liberdade de expressão e da dignidade da categoria.

WILTINHO POETA EM: CONVERSANDO COM O CORONEL DA SAP

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Em mais um vídeo de sátira política e crítica social , Wiltinho Poeta simula uma conversa telefônica com um coronel da SAP e expõe, com ironia e indignação, as contradições e falhas da gestão penitenciária . No diálogo, são abordados temas que todo mundo já comenta nos corredores, mas poucos têm coragem de dizer em voz alta: 📌 O cancelamento do concurso público que excluía mulheres e precisou ser reformulado por falha grave da própria gestão. 📌 A falta de efetivo de Oficial Administrativo , sem concurso há anos, gerando desvio de função dentro da SAP. 📌 A crítica direta aos altos salários de coronéis e cargos de gestão , apontados como gastos desnecessários e dinheiro público jogado fora, enquanto a base segue sobrecarregada. Com humor ácido, sarcasmo e poesia falada, Wiltinho transforma revolta em arte e levanta perguntas incômodas: 👉 Se houvesse concurso para a área administrativa, o problema não estaria resolvido? 👉 Por que sempre falta gente na ponta, mas sobra salário...

WILTINHO POETA e o CORONEL DA SAP

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Neste vídeo, Wiltinho Poeta apresenta uma sátira crítica , misturando humor, ironia e cobrança social. Ao atender uma ligação, supostamente do outro lado da linha estaria o coronel da SAP , o poeta faz um retrato ácido da realidade enfrentada pelos policiais penais, com destaque para o Oeste Paulista . Entre risadas e verdades incômodas, o vídeo aborda: Viaturas sucateadas e antigas Motores fundindo por falta de manutenção Operacionais desmotivados e sem condições adequadas de trabalho A sensação de que dinheiro existe, mas não chega na base Com ironia, Wiltinho contrapõe a realidade de quem está na ponta com os altos salários da cúpula , questionando prioridades e decisões consideradas arbitrárias. A sátira também toca em um tema sensível: os PADs (Processos Administrativos Disciplinares) , tratados no vídeo como algo recorrente — inclusive com o próprio Wiltinho brincando que já acumula vários. ⚠️ Este conteúdo é obra de humor crítico, sátira e opinião , sem intenção...

PADs, Poemas e Coronéis: Sátira de um Sistema em Ruínas

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Neste vídeo, Wiltinho Poeta utiliza a sátira e a ironia para abordar a perseguição institucional que sofre, marcada pela abertura de diversos PADs em seu desfavor. Com humor ácido, ele expõe o uso do sistema disciplinar como ferramenta de intimidação e silenciamento. Ao mesmo tempo, o poeta critica os altos salários dos coronéis à frente da SAP, contrastando os privilégios da alta gestão com a dura realidade da base do sistema penitenciário. Entre versos e provocações, Wiltinho também faz um retrato do sistema penitenciário falido, denunciando a falta de estrutura, o descaso com os servidores e a distância entre quem manda e quem vive o caos diariamente. #WiltinhoPoeta #SAP #SátiraPolítica #ConcursoPúblico #DesvioDeFunção #SistemaPenitenciário #PoesiaDeResistência #GestãoPública  @wiltinhopoeta  ​

Wiltinho Poeta em frente à Penitenciária Feminina de Tupi Paulista (SP) onde tudo começou sua trajetória na Polícia Penal de São Paulo

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  Em frente à Penitenciária Feminina de Tupi Paulista (SP), Wiltinho Poeta retorna ao lugar onde sua história no sistema penitenciário começou.  Foi aqui que, há 14 anos, iniciou sua caminhada como oficial administrativo, aprendendo, dia após dia, a realidade dura e silenciosa do cárcere.  O tempo passou, as funções mudaram, os desafios se intensificaram — mas o compromisso com o serviço público e com a segurança nunca se perdeu.  Hoje, Wiltinho é policial penal, atuando no CDP de Suzano, com conduta ilibada, postura profissional reconhecida e sólida vivência entre os companheiros de trabalho.  Um servidor que construiu respeito não pelo cargo, mas pela forma como exerce sua função: com responsabilidade, ética e lealdade à equipe. A experiência acumulada ao longo desses anos não ficou presa às muralhas.  Transformou-se em palavra, consciência e poesia. Sua arte nasce da vivência real, do olhar atento de quem conhece o sistema por dentro — seus riscos, sua s...

PAD não cala denuncia: liberdade de expressão e a realidade da Polícia Penal

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  Denunciar não é atacar: respondo a PAD por expor a verdade. Sou policial penal da Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo e respondo a mais um Processo Administrativo Disciplinar pelo simples fato de denunciar condições reais de trabalho dentro das unidades prisionais.  Em nenhum momento ataquei pessoa física ou autoridade de forma pessoal.  O que fiz foi exercer meu direito constitucional à liberdade de expressão, previsto no artigo 5º, incisos IV e IX, da Constituição Federal, ao relatar a falta de efetivo, a sobrecarga nas carceragens e portarias e o agravamento da situação nos finais de semana, quando há entrada de familiares de presos sem o devido suporte operacional.  Essas denúncias não configuram indisciplina ou quebra de hierarquia.  Pelo contrário, dizem respeito ao interesse público, à segurança institucional e à eficiência da administração, princípios expressos no artigo 37 da Constituição Federal.  Utilizar um PAD para punir ma...

OS GUARDAS DO CDP DE AMERICANA E A HISTÓRIA DO INVESTIMENTO QUE NÃO DEU CERTO

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  A cidade de Americana no interior paulista Há cento e trinta quilômetros da capital; É um importante polo de tecnologia E de desenvolvimento industrial.   Não somente a sua potente indústria têxtil E seu turismo extraordinário; São símbolos de Americana a fábrica da Goodyear E o castelo do Zé rico que cantava com Milionário.   A famosa Festa do Peão de Boiadeiro E as amenidades da vida interiorana; São, de tudo, os bens mais preciosos De quem tem o prazer de viver em Americana.   Acontece que ali, no bairro Salto Grande, Onde fica o Centro de Detenção, Fala-se que havia um grupo de guardas Tomados por uma grande ambição.   Desiludidos com a cadeia esses guardas falavam Que jamais na vida poderiam ficar ricos, Mesmo fazendo dez dejep’s E fazendo umas horas a mais no bico.   Esses guardas sempre fizeram uma fezinha Entretanto nunca acertaram sequer uma quadra; Nem na Quina de São João Nem na Mega da Virada.   Certo guarda que também sonhava ser rico E ...