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A VISITA DO ILUSTRE DGPP E A MAQUIAGEM DE PIRAJUÍ
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A maquiagem é um fenômeno de estética Que vem desde lá dos tempos detrás; E no passar dos anos difundida como cultura Pelas civilizações orientais. Como naquela época a temperatura era inconstante As vezes calor e as vezes friagem; Para as mulheres manterem a beleza Os inventores criaram a maquiagem. O blush pra bochechas foi inventado na Grécia Na África inventaram a henna pra mão; O batom e a base no Egito antigo E o pó facial no Japão. Os egípcios inventaram também o perfume O rímel, o esmalte e o delineador; É por isso que as mulheres egípcias Eram um ser tão encantador. A maquiagem tem o poder da beleza E fazer dos pesares o devaneio; Transformando em novo o que é velho E transformando em bonito o que é feio. Foi daí que com essa ideia forjada de maquiagem Tipo coisa de, só pra inglês ver; Que a feminina de Pirajuí foi maquiada Pra receber a visita do ilustre DGPP. Segundo uma guarda que trabalha lá dentro A terça feira foi de agitaç...
O VUCO-VUCO DO BUTANTÃ E A POLÍCIA DE MENTIRINHA
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O CPP feminino do Butantã Que fica na zona oeste da cidade; É uma daquelas cadeias do Estado Que não param de dar novidade. Quando não é troca de diretoria Ou jogo de empurra-empurra de autoridade É ameaça de desabar o prédio Ou fuga cinematográfica de celebridade. No Butantã tudo é imprevisível Muito além do que se imagina; As pessoas sabem como o dia começa Mas nunca sabem como o dia termina. Acontece que num desses dias atrás Com umas tatuagens meio esquisitas; Chegou um sujeito todo ouriçado Pra resolver um QTC sobre sua visita. Figurinha carimbada da casa E carteirinha de visitante contumaz; O meliante gostava de pagar de “brabão Mas com as mulheres policiais. Após cumprir uns dias de punição Por comportamentos inabituais; Ele voltou na cadeia cheio de marra Proferindo ofensas contra os policiais. Com um celular na mão fez ameaças Mostrando tudo que reportava; Falando saber das placas dos carros E das casas onde os guarda moravam. ...
A PENITENCIÁRIA DE REGISTRO E O DIRETOR QUE TEM RAIVA DE CELULAR
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Quando a Coroa Portuguesa consolidou Seu segundo período colonial; Eles desceram às margens do Ribeira de Iguape E criaram o primeiro posto fiscal. Com o fim no local, do ciclo do ouro E o posto fiscal fechado; A população sedentária e seus viajantes Formaram ali um povoado. Por ação da chegada dos japoneses E o ciclo migratório que foi imprevisto; Às margens do Rio Ribeira de Iguape Fundaram a cidade que hoje é Registro. Distante de grandes centros populacionais E um povo bastante acolhedor; A cidade possui a mesma brandura Que possuem as cidades do interior. Mesmo com índices abaixo da média De furtos, roubos e homicídios; Registro como outras cidades paulistas Também ganhou de presente um presídio. Mas corre aí pelas cadeias da baixada Uma notícia que é de alarmar; Que o Diretor Geral da penitenciária de Registro Parece que tem raiva de celular. Ninguém sabe ainda o motivo do ranço E por hora ninguém consegue entende-lo; E não se sabe se é ra...
O JULGAMENTO DE MARY BROWN E A ENFERMARIA DA P III DE LAVÍNIA
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Quando a promotoria do condado de Pierce Denunciou o caso ao tribunal; A população de Wisconsin foi para as ruas Pedir o julgamento de Mary Brown. Mary Brown foi aquela enfermeira Que embora vivido toda uma rotina; Aventurou ser uma médica Sem ter feito curso de medicina. Os registros do hospital de Wisconsin Relatam como tudo aconteceu; Mary Brown amputou o pé de um homem E poucos dias depois o homem morreu. Sem ordem médica pra realizar a cirurgia Mary Brown cometeu a maior besteira; Querer fazer o papel de médica Sem fazer sequer o papel de enfermeira. Todavia na Penitenciária três de Lavínia Tá acontecendo da mesma maneira; Onde uma poderosa Assistente Social Tá pagando de médica e enfermeira. No setor de saúde da unidade é ela Quem define todos os procedimentos; Avalia os detentos, diagnostica Prescreve e libera medicamentos. O médico mesmo, o Doutor da cadeia. Que sempre procura trabalhar com cautela; Não prescreve nenhuma receita Sem ante...
A PENITENCIÁRIA FEMININA DE RIBEIRÃO PRETO; A CADEIA ONDE É PROIBIDO FOFOCA
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Tá correndo aí pela zero dezesseis E por todo o entorno de Ribeirão; Que a Diretora da Penitenciária feminina Chamou às pressas uma reunião. A notícia que correu é fresquinha E ela começou com o administrativo; Depois vai fazer com os quatro turnos E todo mundo vai saber o motivo. Curiosas, as policiais penais em Ribeirão Preto Estão todas de ouvido aguçado; Pra saber se ainda é sobre os prints Ou sobre o BO que acabou sendo arquivado. Mas segundo uma guarda que tem ouvidos sensíveis Que faz pouca dejep e faz poucas trocas; O motivo real teria sido pessoas Que andam espalhando fofocas. Essa mesma guarda também falou Que a Diretora quase deu um piti; Quando vazou que ela assumiria A cadeia feminina de Pirajuí. A reunião que teria sido em São Paulo E que era pra pouca gente saber; Só participaram bigode grosso Doutor Malvino e DGPP. A conversa deixou a galera ouriçada E correu na velocidade de um tiro; Porque daí ela levaria na bagagem A Odete Roi...
A HISTÓRIA DO FILME THE HAUNTING E O CPP FEMININO DO BUTANTÃ
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Quando Shirley Jackson escreveu The Haunting O livro ganhou uma notoriedade suprema; Ao ponto de quatro anos depois, seu romance Virar obra clássica do cinema. The Haunting of Hill House, o filme, Com Robert Wise como diretor; Retrata uma casa mal assombrada Rodeada de espectros e de terror. Segundo o romance de Shirley Jackson A mansão tinha estigma de antiguidade; Escadas largas, salões enormes E um cheiro constante de umidade. O ambiente sinistro durante as noites Portas sozinhas, abrindo e fechando; E a sensação estranha de ter Alguém do outro lado te vigiando. Passados sessenta e quatro anos Dentre tantas coisas ruins e boas; O filme-romance de Shirley Jackson Continua despertando paixão nas pessoas. Mas, segundo uma guarda que leu o romance Há uma relação vazia de afã; Entre o filme de Robert Wise E o CPP feminino do Butantã. Segundo essa guarda, além de assombrosa Com galerias e celas escuras; A cadeia feminina do Butantã Está com paredes...